2° - Abra o Dolphin, Konqueror ou Nautilus como root***(ver abaixo)
3° - Descompacte a pasta baixada e copie para a pasta /opt
4° - Execute o arquivo /otp/djl/djl.sh (se não executar, clique com o botão direito e marque em suas propriedades como executável)
5° - Para instalar um jogo, selecione a aba "Repository" da janela e agurde carregar a lista.
***No mandriva 2008.1 ou anterior, abra o terminal, digite “su” (sem as aspas) aperte enter, depois digite a senha de administrador. Se aparecer “[root@nomedoseucomputador ~]#” você logou como root. Agora basta chamar o Konqueror digitando apenas “konqueror” e apertando enter.
***No mandriva 2009.0, abra o terminal, digite “su-” (sem as aspas) aperte enter, depois digite a senha de administrador. Se aparecer “[root@nomedoseucomputador ~]#” você logou como root. Agora basta chamar o Dolphin digitando apenas “dolphin” e apertando enter.
Atenção, esse software depende do Python instalado no seus sistema para funcionar. Caso não tenha, instale acessando o seu Centro de Controle Mandriva, Instala & remover software e digite python-qt4-core no campo da pesquisa. Clique em "aplicar" e pronto.
2° - Abra o Dolphin, Konqueror ou Nautilus como root***(ver abaixo)
3° - Descompacte a pasta baixada e copie para a pasta /opt
4° - Execute o arquivo /otp/djl/djl.sh (se não executar, clique com o botão direito e marque em suas propriedades como executável)
5° - Para instalar um jogo, selecione a aba "Repository" da janela e agurde carregar a lista.
***No mandriva 2008.1 ou anterior, abra o terminal, digite “su” (sem as aspas) aperte enter, depois digite a senha de administrador. Se aparecer “[root@nomedoseucomputador ~]#” você logou como root. Agora basta chamar o Konqueror digitando apenas “konqueror” e apertando enter.
***No mandriva 2009.0, abra o terminal, digite “su-” (sem as aspas) aperte enter, depois digite a senha de administrador. Se aparecer “[root@nomedoseucomputador ~]#” você logou como root. Agora basta chamar o Dolphin digitando apenas “dolphin” e apertando enter.
Atenção, esse software depende do Python instalado no seus sistema para funcionar. Caso não tenha, instale acessando o seu Centro de Controle Mandriva, Instala & remover software e digite python-qt4-core no campo da pesquisa. Clique em "aplicar" e pronto.
A Nokia anunciou oficialmente o dispositivo que tinha mantido em segredo por um bom tempo. A novidade é o Nokia N97, o novo smartphone focado em multimídia da empresa. Ele possui uma grande tela sensível ao toque de 3.5 polegadas, 32 GB de memória interna, teclado QWERTY, WiFi, Bluetooth, GPS, câmera Carl Zeiss de 5 MP, e plugue para fone 3.56 mm. Através do slot microSD, a memória pode ser expansível para 48 GB, pela adição de um cartão de 16 GB.
O N97 será vendido a 550 Euros, ou 693 dólares, no primeiro semestre do próximo ano. Confira as especificações oficiais:
A Nokia anunciou oficialmente o dispositivo que tinha mantido em segredo por um bom tempo. A novidade é o Nokia N97, o novo smartphone focado em multimídia da empresa. Ele possui uma grande tela sensível ao toque de 3.5 polegadas, 32 GB de memória interna, teclado QWERTY, WiFi, Bluetooth, GPS, câmera Carl Zeiss de 5 MP, e plugue para fone 3.56 mm. Através do slot microSD, a memória pode ser expansível para 48 GB, pela adição de um cartão de 16 GB.
O N97 será vendido a 550 Euros, ou 693 dólares, no primeiro semestre do próximo ano. Confira as especificações oficiais:
No dia 17 de Novembro (meu aniversário : P) a Intel lançou seu novo pocessador, o famoso Core i7 (Nahalen), esse novo processador se destacou principalmente pelo seu preço, já que o desempenho não é grande coisa maior que o antico Core 2.
Mas o que chama atenção é que a Intel anunciou oficialmente nesse documento que o processador sofre do mesmo mal (bug no TLB), muito criticado nos processadores Phenom e Opteron da AMD.
Acontece que o tempo passou e hoje a AMD tem o Phenom II, que deve ter um desempenho excelente e é totalmente livre desse bug.
No dia 17 de Novembro (meu aniversário : P) a Intel lançou seu novo pocessador, o famoso Core i7 (Nahalen), esse novo processador se destacou principalmente pelo seu preço, já que o desempenho não é grande coisa maior que o antico Core 2.
Mas o que chama atenção é que a Intel anunciou oficialmente nesse documento que o processador sofre do mesmo mal (bug no TLB), muito criticado nos processadores Phenom e Opteron da AMD.
Acontece que o tempo passou e hoje a AMD tem o Phenom II, que deve ter um desempenho excelente e é totalmente livre desse bug.
Li no site GuiadoHardware uma matéria que inicialmente tratava sobre o ciclo de atualização e lançamento de novas versões do Fedora Linux, mas a cada linha ficava perplexo ao assimilar o prejuízo que o Ubuntu vem dando as outras distribuições. Mas esse prejuízo não é financeiro somente, também é um prejuízo intelectual, já que a distribuição apenas colhe as tecnologias das outras, lança primeiro e ganha a fama. Ubuntu (Canonical) é um grande sangue-suga do mundo Linux. Eu não uso por não achar uma boa distribuição e também não recomendo pra ninguém.
Segue a matéria:
Fedora release cycles: longer or shorter? Autor original: Jonathan Corbet Publicado originalmente no: lwn.net Tradução: Roberto Bechtlufft Data original: 12/11/2008 Disponibilizado para tradução: 20/11/2008
O lançamento do Fedora 10 esteve previsto para 25 de novembro, um pouco mais tarde do que havia sido planejado originalmente. É fato que atrasos em lançamentos do Fedora não são novidade, mesmo quando o projeto não está lidando com sérias avarias em sua infra-estrutura fundamental (diga-se de passagem, essa história ainda não foi totalmente esclarecida). Parece que a espera pelo Fedora 10 valeu a pena, mas o projeto não esperou pelo lançamento para começar a pensar no ciclo de lançamentos de futuras versões. Alguns debates sobre o assunto nos permitiram ter breves vislumbres da pressão sentida pela liderança do Fedora.
Mas a maior queixa expressada pelo projeto é outra: trata-se do crédito dado ao trabalho realizado por desenvolvedores do Fedora. Como disse o líder do Fedora, Paul Frields:
Outro ponto que me deixou perplexo foi o apresentador indicar que o Fedora tinha muitos dos recursos presentes no Ubuntu 8.10. Isso de fato procede, mas o fato é que muitos desses recursos foram criados por contribuidores do Fedora, dentro e fora da Red Hat. É bom nós enfatizarmos isso.
As discussões subseqüentes indicam que um vasto número de desenvolvedores do Fedora tem a sensação de que outras distribuições, especialmente o Ubuntu, estão levando a fama pelas melhorias que são desenvolvidas pelo Fedora. Não é a primeira vez que esse tipo de preocupação surge; dizem que a Novell desenvolveu o XGL a portas fechadas para que o Ubuntu não fosse o primeiro a utilizá-lo. O Fedora não parece estar considerando a hipótese de fechar o desenvolvimento ao público, o que seria contrário à natureza aberta do projeto, mas há outras alternativas sendo discutidas.
O projeto Fedora, mais do que tudo, quer que o mundo saiba do trabalho que seus desenvolvedores estão tendo. Iniciativas como a lista de recursos de cada versão ajudam a difundir as informações antes do lançamento da versão oficial. Também se discute uma divulgação mais agressiva em blogs, sites de notícias etc. O projeto até postou uma proposta de calendário de marketing para ajudar a garantir que as atividades de marketing adequadas aconteçam nos momentos certos do ciclo de lançamento.
Se os recursos e o lançamento deles antes das outras distros são um problema devido à nossa posição no calendário em relação ao lançamento do Ubuntu, o que dá a eles a chance de lançarem uma nova versão primeiro e receber boa parte do crédito pelos novos recursos enquanto a crítica e a imprensa não compreendem onde o trabalho upstream é realizado (no Fedora, por exemplo), então o marketing do Fedora deveria pedir ao comitê do Fedora que alterasse um pouco as datas de lançamento de maio e de novembro para que o ciclo do Fedora se encerrasse antes do ciclo do Ubuntu.
Essa proposta evoca a visão de distribuidores correndo para ver quem lança sua distro primeiro, levando a ciclos de lançamento ainda menos e a uma correspondente queda na qualidade das versões. É difícil de imaginar que ser o primeiro confira uma vantagem de marketing tão grande; deve haver uma alternativa melhor.
Não parece que o Fedora vá trilhar esse caminho para um contra-ataque tão cedo. Na verdade, se o calendário proposto para o lançamento do Fedora 11 for aprovado, vai acontecer exatamente o contrário. No passado, o Fedora respondeu a um lançamento atrasado com um ciclo de lançamento subseqüente reduzido para acertar o calendário. No Fedora 11, pelo visto, isso não vai acontecer; o projeto não tentará lançar a nova versão no mês de maio.
O motivo para que o ciclo do Fedora 11 não seja reduzido é o seguinte:
O Fedora 11 vai ser extremamente importante para o Red Hat Enterprise Linux (também conhecido como RHEL). O plano para o RHEL 6 é ter como base para novas tecnologias e recursos as versões 10 e 11 do Fedora. Isso inclui boa parte do trabalho que está sendo realizado no upstream, e que deve se concretizar nesses dois lançamentos.
Reduzir o ciclo do Fedora 11 tornaria mais difícil encaixar todas as alterações planejadas para o RHEL6. Isso é um problema para a Red Hat, e como a Red Hat praticamente banca a existência do Fedora, os problemas da Red Hat são problemas do Fedora. Além disso, parece que vários engenheiros do núcleo da Red Hat vão trabalhar no Fedora durante o próximo ciclo para ajudar a aprontar os recursos que devem ser incluídos no RHEL-6. Se o próximo ciclo for menor, o Fedora terá menos atenção desses desenvolvedores. O Fedora prefere evitar isso e tirar proveito dos engenheiros do RHEL enquanto pode.
Por isso, a proposta é manter o ciclo de seis meses para o Fedora 11 e lançá-lo no início de junho. O ciclo do Fedora 12, no entanto, será encurtado para que o calendário do projeto se acerte. Espera-se que o anúncio antecipado facilite os planos para esse ciclo reduzido; Jesse Keating também sugere que o projeto "se foque mais em aperfeiçoamentos do que em grandes recursos arrebatadores no Fedora 12". Os mais cínicos de nós podem concluir que o Fedora 11 vai ser entupido de recursos novíssimos que a equipe do RHEL deseja avaliar, e que o Fedora 12 será a versão em que essas novidades todas estarão realmente estáveis. Mas eu não seria cínico a esse ponto, imaginem...
As primeiras reações ao calendário proposto foram quase totalmente positivas, e parece que as coisas vão mesmo tomar esse rumo. Alguns desenvolvedores do Fedora podem achar que lançar uma versão após o Ubuntu põe suas relações públicas em desvantagem, mas há outras preocupações tidas como mais importantes. Como essas "outras preocupações" podem ser encaradas como "aproveitar o tempo disponível para focar no trabalho de desenvolver novos recursos para a próxima versão estável", fica difícil argumentar contra elas.
Créditos a Jonathan Corbet - lwn.net Tradução por Roberto Bechtlufft <roberto at bechtranslations.com>